Pensamento do Dia:

Pensamento do Dia:
"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã." (Legião Urbana)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Pro dia nascer Feliz

Há um tempo atrás na aula de Prática de Ensino III, o Professor Juliano, nos mostrou um vídeo muito interessante, Pro Dia Nascer Feliz, e de lá para cá peguei este excelente documentário como chave para a realidade da educação no nosso país, do nordeste ao sudeste temos um raio-x, feito pelos próprios alunos sobre a educação. 
É triste saber que ainda o professor é desvalorizado profissionalmente, mas penso não ser por menos esta situação, o primeiro a se desvalorizar é o próprio professor, onde se vê numa situação em que se coloca como o resto de todas as outras profissões, isto é próprio de uma sociedade do status, mas penso que ser professor é muito mais importante do que um psicólogo, um jurista, um médico, porque somos nós professore que os formamos. 
É preciso que o professor acredite no seu trabalho, e acredite em cada aluno que se propõe a ser protagonista desta história, acreditar que cada um possui uma capacidade de fazer a diferença, não devemos ser "prostitutos da educação", devemos sim ser os mestres deste processo tão importante, educar é trazer um pouco da felicidade, educar é ter o prazer de ser lembrado na história e na memória de cada um. 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Como a vida pode ser comparada a um jardim


"Não foi à toa que o criador começou a criação por um jardim"

Lendo o livro fantástico do querido Padre Fábio de Melo, tempo de esperas, me chama atenção o embate filosófico colocado pelas duas personagens Abner e Alfredo, ambos discutem o sentido da vida, e ao longo do livro as comparações feitas entre a vida e um jardim se aproximam e encantam os leitores.

Penso que a vida realmente seja um jardim, não precisamos desenvolver apenas as técnicas da jardinagem, mas precisamos ter o carinho pela vida, cuidar de cada semente que ao morrer gera a vida, afinal somos assim, morremos para viver, é preciso passar por esta dialética onde somos convidados a constantemente enterrar nossos mortos, para vejamos novos sentidos surgirem em nossas vidas, sejam paixões mal vividas ou não correspondidas,amizades e sonhos frustados, pois no jardim da vida é assim, cada qual sabe o que plantou mas nunca sabe o que surge junto com o que plantou.

As ervas daninhas, os espinhos, a terra que não foi bem sulcada, enfim, são os pequenos detalhes que deixamos de lado, e que podem fazer a total diferença, mas é preciso saber que nunca na vida devemos iniciar um processo novo, por causa de um velho, devemos começar coisas novas por coisas novas, sentimentos novos por sentimentos novos, nunca amar uma pessoa porque porque achamos nela coisas que amamos em outra, isto seria puro egoísmo, já pensou você ser amado, mas não você um outro que é amado em você, isto é deixar as ervas daninhas ocultar o brilho que existe nas flores que você plantou.

E usemos ainda o exemplo que Abner identifica, o girassol, ele sempre encontra a luz do sol, resignado com seu destino, não faz disso uma tortura mas um sentido existencial, e mesmo quando não existe o sol, este consegue encontrar o minimo de sua luz, e brilha como se fosse uma manhã de primavera já pensou em encontrar o seu sol?

Pense nisso.

E que tal para descansar um pouco dar um viva para a criação de Deus!!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

SAUDADES DA DITADURA MILITAR \o/ - Ai meu Deus!!!



Lembra? NÃO TEM IMPORTÂNCIA!!! RSRSRS

A CLIO DESPEDAÇADA



HISTORIADOR DAS ULTIMAS DÉCADAS DO SÉCULO XX VIU-SE ASSIM AUTORIZADO, TANTO PELA TENDÊNCIA À HIPERESPECIALIZAÇÃO DO HOMEM MODERNO COMO PELA NOVAS MODAS HISTORIOGRÁFICAS, A CUIDAR ZELOZAMENTE DO SEU PEQUENO CANTEIRO, COMO SE NADA MAIS IMPORTASSE ALÉM DE UMA ROSA RARA (JOSÉ BARROS)

No texto de Barros, A Clio despedaçada, o autor traça alguns aspectos muito interessantes de serem pensados. relembrando o mito da musa Clio, cuja função era preservar os acontecimentos e feitos dos homens na memória, podemos traduzir esta expressão: A CLIO DESPEDAÇADA, para uma situação um pouco mais gritante, a história estaria despedaçada? o que isso implica na construção desta ciência?
Como a própria citação acima diz, isto não é uma questão só do historiador, mas um fenômeno típico da modernidade, o conhecimento na modernidade é por natureza fragmentado, nas ciências médicas por exemplo, temos um especialista em ortopedia da mão, do braço, dos dedos enfim cada qual se foca apenas numa perspectiva de seu objeto de estudo, há portanto como no texto citado uma hiperespealização, e isto pode de certa forma gerar alguns problemas irremediáveis.
Se usarmos para exemplificar uma imagem que é ampliada com o intuito de se perceber apenas um detalhe da cena, pode-se incorrer no risco que se a imagem por demais ampliada perca-se a visão do todo, e tal cena ou imagem, perdendo o foco não fará o menor sentido, neste caso vemos que o todo se perde em vista dos particulares.
É interessante perceber que nesse movimento dentro da história, quando contaminada por esta visão de hiperespecialização, se corre o risco de cometer alguns "pecados" historiográficos. o especialista em história econômica por se focar muitas vezes somente nas implicações numéricas e percentuais, pode se esquecer das implicações sociais advindas de um determinado comércio por exemplo, assim como muitas vezes as implicações que resultaram num objeto de estudo próprio da história política, as relações de poder ali estabelecidas, sendo assim é lógico que o historiador não poderá e nem conseguirá abarcar todas as luzes que possam ser lançadas no determinado objeto de estudo, mas isto não implica de nenhuma forma que o historiador não possa lançar mão de outras visões, de outras formas de se perceber a história, e principalmente de notar como a teia do conhecimento histórico se entrelaça.
O autor não nega a importância da especialização, mas ressalta o desafio que o historiador enfrenta e deve enfrentar, o de não se perder em seu próprio mundo, aproximar-se nem tanto que perca a visão do todo, nem afastar-se demais que perca os detalhes.

O Retorno do Blog

Bom, pessoal sei que meu blog não é muito popular mas mesmo assim não posso deixar de recuperar o objetivos que foram colocados no começo do ano, aqui vou publicar alguns textos de questões respondidas em avaliações que fiz no curso de História e outros trabalhos que podem ser usados como consulta para realizar outras, ai vai uma ajudinha, e ainda outros textos pensados de filosofia, atualidades, e apesar de não ser tão engraçado quem sabe posto aqui uns videos de humor inteligente: BY: PÂNICO !!! Isto me dá realmente PÂNICO !!!

Ok meus poucos seguidores espero que meus comentários ajudem a pensar um pouco!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Até que em fim, os professores tem voz

Meus caros, é claro que ao longo de nossos dias vemos muitas colegas de profissão clamando alto seus respectivos desafios. Mas o que chamou-nos atenção no discurso desta professora, é grande capacidade irônica que e a mesma teve diante de um fato como este, diria até mesmo, que os discursos nos lembram o grande Sócrates, que ao incomodar seus interlocutores, despertava a consciência dos indivíduos. Amanda Gurgel retratou um cenário impiedoso da desvalorização daquele que chamamos os mestres, me chamou a atenção quando ela nos lembra que é a nós professores, que nos cabe a súbita missão de salvar o mundo: com apenas uma lousa e um giz. A todos que assistem a este espetáculo, não se surpreendam com a falsidade de seus diretores, nossos políticos, antes acordem e vejam o descaso com os artistas de nosso país, e que pelo amor de Deus, não usem mais uma vez uma profeta de nossos tempos, como apenas mais um boneco criado pela indústria cultural, e nem ela se deixe enganar pelos manipuladores de fantoches!!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Novas espiritualidades em tempos modernos

Gostaria de colocar-nos uma questão interessante: qual a perspectiva da espiritualidade no nosso tempo? é obvio que poderíamos descrever de formas simplicistas, mas não de forma merecida. É preciso levar em conta os processos de religiosidade acontecidos nas ultimas décadas, aqui vou me prender a colocações sob o àmbito do cristianismo, o que não implica em afirmar que também esta mesma espiritualidade seja vivida em outras religiões.
O Fato é que vivemos numa sociedade onde o individualismo é preponderante, é impossível escapar disto, mesmo quando as propostas religiosas devem convergir para uma outra perspectiva, falo isso, porque me incomoda esta nova onda, cada dia mais forte, dos movimentos neo-pentecostais, que acabam misturando a religião católica, com a religião evangélica, e acima de tudo reforça as crenças mais profundas em misticismos e crendices, neste novo fogo do Espírito Santo me parece termos perdido a chama do compromisso de um fé concreta, por fim aqui levanto estas reflexões: nosso Deus não está preocupado demais com nossos problemas pessoais? ou nós estamos transformando os aspectos re

ligiosos em expressões pessoais?